LIVRETO
Se organizará a Missa de modo Solene. Ela será, normalmente, celebrada ou na Basílica de São Pedro ou na Praça. Seja como for, o local será dignamente preparado. Normalmente dois cardeais-diáconos desempenharão a função de diáconos. Reunido o povo, os presbíteros, bispos e arcebispos, tomam seus lugares na praça ou na basílica, onde for se realizar a missa.
ANÚNCIO DO NATAL
(Kalendas)
Após o Sinal da Cruz e a saudação de quem preside, pode-se cantar ou recitar do ambão, o anúncio do Natal.
OCTAVO KALENDAS IANUARII. LUNA VICESIMA QUARTA / QUARTA ET VICESIMA.
INNUMERIS TRANSACTIS SAECULIS A CREATIONE MUNDI,
QUANDO IN PRINCIPIO DEUS CREAVIT CAELUM ET TERRAM
ET HOMINEM FORMAVIT AD IMAGINEM SUAM;
PERMULTIS ETIAM SAECULIS, EX QUO POST DILUVIUM
ALTISSIMUS IN NUBIBUS ARCUM POSUERAT,
SIGNUM FOEDERIS ET PACIS;
A MIGRATIONE ABRAHAE, PATRIS NOSTRI IN FIDE,
DE UR CHALDAEORUM SAECULO VIGESIMO PRIMO;
AB EGRESSU POPULI ISRAEL DE AEGYPTO,
MOYSE DUCE, SAECULO DECIMO TERTIO;
AB UNCTIONE DAVID IN REGEM, ANNO CIRCITER MILESIMO;
HEBDOMADA SEXAGESIMA QUINTA, JUXTA DANIELIS PROPHETIAM;
OLYMPIADE CENTESIMA NONAGESIMA QUARTA;
AB URBE CONDITA ANNO SEPTINGENTESIMO QUINQUAGESIMO SECUNDO;
ANNO IMPERII CAESARIS OCTAVIANI AUGUSTI QUADRAGESIMO SECUNDO;
TOTO ORBE IN PACE COMPOSITO,
IESUS CHRISTUS, AETERNUS DEUS AETERNIQUE PATRIS FILIUS, MUNDUM VOLENS ADVENTU SUO PIISSIMO CONSECRARE,
DE SPIRITU SANCTO CONCEPTUS, NOVEMQUE POST CONCEPTIONEM DECURSIS MENSIBUS,
IN BETHLEHEM IUDAE NASCITUR EX MARIA VIRGINE FACTUS HOMO:
NATIVITAS DOMINI NOSTRI IESU CHRISTI SECUNDUM CARNEM
Ou, para recitação:
Octavo Kalendas ianuarii. Luna vicesima quarta / quarta et vicesima.
Innumeris transactis saeculis a creatione mundi, quando in principio Deus creavit caelum et terram et hominem formavit ad imaginem suam;
permultis etiam saeculis, ex quo post diluvium Altissimus in nubibus arcum posuerat, signum foederis et pacis;
a migratione Abrahae, patris nostri in fide, de Ur Chaldaeorum saeculo vigesimo primo;
ab egressu populi Israel de Aegypto, Moyse duce, saeculo decimo tertio;
ab unctione David in regem, anno circiter milesimo;
hebdomada sexagesima quinta, juxta Danielis prophetiam;
Olympiade centesima nonagesima quarta;
ab Urbe condita anno septingentesimo quinquagesimo secundo;
anno imperii Caesaris Octaviani Augusti quadragesimo secundo;
toto Orbe in pace composito,
Iesus Christus, aeternus Deus aeternique Patris Filius, mundum volens adventu suo piissimo consecrare,
de Spiritu Sancto conceptus, novemque post conceptionem decursis mensibus,
in Bethlehem Iudae nascitur ex Maria Virgine factus homo:
Nativitas Domini nostri Iesu Christi secundum carnem
DESVELAMENTO DO MENINO JESUS
Se a imagem do Menino Jesus estiver velada, neste momento o presidente se aproxima e desvela-a. Pode, ainda, incensá-la com três ductos. Enquanto isso, toca-se o orgão e os sinos.
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Enquanto isso, na praça ou na basílica, canta-se:
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
℟.: Amen.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: Pax vobis!
℟.: Et cum spiritu tuo.
ATO PENITENCIAL
Pres.: Fratres, agnoscámus peccata nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebrànda.
℟.: Confìteor Deo omnipotènti et vobis, fratres, quia peccàvi nimis cogitatiòne, verbo, òpere et omissiòne,
e, batendo no peito, dizem:
mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Ideo precor beàtam Mariam Semper Virginem omnes Angelos et Sanctos et vos fratres, oràre pro me, ad Dominum Deum nostrum.
Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.
℟.: Amen.
KYRIE
℣.: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
℟.: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
℣.: CHRISTE-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
℟.: CHRISTE-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
℣.: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
℟.: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
HINO DE LOUVOR
Sempre se entoará o hino Glória a Deus nas alturas.
Pres.: GLÓRIA IN EXCÉLSIS DEO..
℟.: ET IN TERRA PAX HOMÍNIBUS BONÆ VOLUNTÁTI-I-I-IS.
℟.: ET IN TERRA PAX HOMÍNIBUS BONÆ VOLUNTÁTI-I-I-IS.
LAUDÁMUS TE-E-E-E, BENEDÍCIMUS TE-E-E, ADORÁMUS TE-E-E,
GLORIFICÁMUS TE-E-E, GRÁTIAS ÁGIMU-US TIBI-I-I
PROPTER MAGNAM GLÓRIAM TUA-A-AM,
DÓMINE DEU-U-US, REX CÆLÉSTI-I-IS, DEUS PATER OMNÍPOTE-E-ENS.
DÓMINE FILI UNIGÉNITE-E-E, IESU-U-U CHRISTE-E-E-E,
DÓMINE DEUS, AGNUS DE-E-EI, FÍLIUS PATRI-I-IS,
QUI TOLLIS PECCÁTA MU-U-UNDI, MISERÉ-E-ERE NOBI-I-IS;
QUI TOLLIS PECCÁTA MU-U-UNDI, SÚSCIPE DEPRECATIÓNE-E-EM NOSTRA-A-AM.
QUI SEDES AD DÉXTERAM PATRI-I-IS, MISERÉ-E-E-ERE NOBIS.
QUÓNIAM TU SOLUS SANCTU-US, TU SOLUS DÓMINU-U-US,
TU SOLUS ALTÍSSIMU-U-US, IESU-U-U CHRISTE-E-E,
CUM SANCTO SPÍRITU-U-U: IN GLÓRIA DE-E-EI PA-A-ATRI-I-IS.
A-A-A-A-AMEN!
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremus.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus, qui nos redemptiónis nostrae ánnua exspectatióne laetíficas, praesta, ut Unigénitum tuum, quem laeti suscípimus Redemptórem, veniéntem quoque Iúdicem secúri vidére mereámur Dóminum nostrum, Iesum Christum. Qui tecum vivit et regnat in unitáte Spíritus Sancti, Deus, per ómnia saecula saeculórum.
℟.: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Is 62,1-5)
Os leitores, do ambão, dizem as leituras.
Leitor: Leyendo el libro del profeta Isaías
Por amor de Sión no callaré, por amor de Jerusalén no descansaré, hasta que la justicia se levante en ella como una luz y la salvación se encienda en ella como una lámpara. Las naciones verán tu justicia, todos los reyes verán tu gloria; seréis llamados con un nombre nuevo, que la boca del Señor dará. Y seréis corona de gloria en la mano del Señor, diadema real en la mano de vuestro Dios. Ya no os llamarán más Desamparada, y vuestra tierra ya no se llamará Desolada; tu nombre será Mi Favorito y tu tierra será la Bien Casada, porque el Señor se agradó de ti y tu tierra será desposada. Como un joven se casa con una doncella, así se casarán contigo tus hijos; y como la novia es el gozo del novio, así sois vosotros el gozo de vuestro Dios.
Leitor: Verbum Domini.
℟.: Deo gratias.
SALMO RESPONSORIAL
(SI 88(89),4-5.16-17.27.29)
— Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor!
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade! Porque dissestes: "O amor é garantido para sempre!" E a vossa lealdade é tão firme como os céus. R.
— Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado! R.
— Ele, então, me invocará: † 'Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!' Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel". R.
SEGUNDA LEITURA
(At 13,16-17.22-25)
Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
Tendo chegado a Antioquia da Pisídia, Paulo levantou-se, na sinagoga, fez um sinal com a mão e disse: “Israelitas e vós que temeis Deus, escutai! O Deus deste povo de Israel escolheu os nossos antepassados e fez deles um grande povo quando moravam como estrangeiros no Egito; e de lá os tirou com braço poderoso. Em seguida, Deus fez surgir Davi como rei e assim testemunhou a seu respeito: ‘Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que vai fazer em tudo a minha vontade’. Conforme prometera, da descendência de Davi Deus fez surgir para Israel um Salvador, que é Jesus. Antes que ele chegasse, João pregou um batismo de conversão para todo o povo de Israel. Estando para terminar sua missão, João declarou: ‘Eu não sou aquele que pensais que eu seja! Mas vede: depois de mim vem aquele, do qual nem mereço desamarrar as sandálias'”.
Leitor: Verbum Domini.
℟.: Deo gratias.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Iube, domne, benedicere.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis: ut digne et competenter annunties Evangelium suum: in nomine Patris, et Filii, + et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amen.
EVANGELHO
(Mt 1, 18-25)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.: Dominus vobiscum.
℣.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
O diácono, ou o sacerdote, diz:
℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Matheum.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Gloria tibi, Domine.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacó; Jacó gerou Judá e seus irmãos. Judá gerou Farés e Zara, cuja mãe era Tamar. Farés gerou Esrom; Esrom gerou Aram; Aram gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon; Salmon gerou Booz, cuja mãe era Raab. Booz gerou Jobed, cuja mãe era Rute. Jobed gerou Jessé. Jessé gerou o rei Davi. Davi gerou Salomão, daquela que tinha sido a mulher de Urias. Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; 8Asa gerou Josafá; Josafá gerou Jorão; Jorão gerou Ozias; 9Ozias gerou Jotão; Jotão gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias. Josias gerou Jeconias e seus irmãos, no tempo do exílio na Babilônia. Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliaquim; Eliaquim gerou Azor; Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; Eliud gerou Eleazar; Eleazar gerou Matã; Matã gerou Jacó. Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. Assim, as gerações desde Abraão até Davi são quatorze; de Davi até o exílio na Babilônia, quatorze; e do exílio na Babilônia até Cristo, quatorze. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe em sonho e lhe disse: “José, filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado e aceitou sua esposa. E sem ter relações com ela, Maria deu à luz um filho. E José deu ao menino o nome de Jesus.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Verbum Domini.
℟.: Laus tibi, Christe.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia.
PROFISSÃO DE FÉ
Segue-se a profissão de fé.
Pres.: Fidem nostram profiteamur.
℟.: Credo in Deum Patrem omnipotentem, Creatorem caeli et terrae, et in Iesum Christum, Filium Eius unicum, Dominum nostrum, qui conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine, passus sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus, descendit ad ínferos, tertia die resurrexit a mortuis, ascendit ad caelos, sedet ad dexteram Dei Patris omnipotentis, inde venturus est iudicare vivos et mortuos. Credo in Spiritum Sanctum, sanctam Ecclesiam catholicam, sanctorum communionem, remissionem peccatorum, carnis resurrectionem, vitam aeternam. Amen.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orate, fratres: ut meum ac vestrum sacrificium acceptabile fiat apud Deum Patrem omnipotem.
℟.: Suscipiat Dominus sacrificium de manibus tuis ad laudem et gloriam nominis sui, ad utilitatem quoque nostram totius que Ecclesiae suae sanctae.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Tanto nos, Dómine, quaesumus, promptióre servítio haec praecúrrere concéde sollémnia, quanto in his constáre princípium nostrae redemptiónis osténdis. Per Christrum Dominum nostrum.
℟.: Amen.
PREFÁCIO DOS DOMINGOS DE NATAL
(prefacio de natal)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Vere dignum et iustum est, aequum et salutáre, nos tibi semper et ubíque grátias ágere: Dómine, sancte Pater, omnípotens aetérne Deus: Quia per incarnáti Verbi mystérium nova mentis nostrae óculis lux tuae claritátis infúlsit: ut, dum visibíliter Deum cognóscimus, per hunc in invisibílium amórem rapiámur. Et ídeo cum Angelis et Archángelis, cum Thronis et Dominatiónibus, cumque omni milítia caeléstis exércitus, hymnum glóriae tuae cánimus, sine fine dicéntes:
SANTO
SA-A-A-ANCTU-U-US, SA-A-A-ANCTU-U-US,, SA-A-A-ANCTU-U-US,
DOMINU-U-US, DEU-US, SABAO-O-OTH,
PLENI SUNT CÆLI ET TERRA-A-A GLORIA TUA-A-A
HOSA-A-ANNA IN EXCELSI-I-IS!
BENEDICTU-U-US QUI VENIT IN NOMINE-E-E DOMINI-I-I
HOSA-A-ANNA IN EXCELSI-I-IS!
ORAÇÃO EUCARISTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Te igitur, clementíssime Pater, per Iesum Christum, Filium tuum, Dominum nostrum, supplices rogamus ac petimus,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
uti accepta habeas signat semel super panem et calicem simul, dicens: et benedicas + haec dona, haec múnera, haec sancta sacrifícia illibata,
O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres.: in primis, quæ tibi offerimus pro Ecclesia tua sancta catholica: quam pacificare, custodire, adunare et regere digneris toto orbe terrarum: una cum me, indignus servus tuis, et omnibus orthodoxis atque catholicæ et apostolicæ fidei cultoribus.
Memento dos vivos
1C: Memento, Domine, famulorum famularumque tuarum N. et N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
et omnium circumstantium, quorum tibi fides cognita est et nota devotio, pro quibus tibi offerimus: vel qui tibi offerunt hoc sacrificium laudis, pro se suisque omnibus: pro redemptione animarum suarum, pro spe salutis et incolumitatis suæ: tibique reddunt vota sua æterno Deo, vivo et vero.
2C: Communicantes, et memoriam venerantes, in primis gloriosæ semper Virginis Mariæ, Genetricis Dei et Domini nostri Iesu Christi*: sed et beati Ioseph, eiusdem Virginis Sponsi, et beatorum Apostolorum ac Martyrum tuorum, Petri et Pauli, Andreæ, (Iacobi, Ioannis, Thomæ, Iacobi, Philippi, Bartholomǽi, Matthǽi, Simonis et Thaddǽi: Lini, Cleti, Clementis, Xysti, Cornelii, Cypriani, Laurentii, Chrysogoni, Ioannis et Pauli, Cosmæ et Damiani) et omnium Sanctorum tuorum; quorum meritis precibusque concedas, ut in omnibus protectionis tuæ muniamur auxilio.
(Per Christum Dominum nostrum. Amen.)
O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres.: Hanc igitur oblationem servitutis nostræ, sed et cunctæ familiæ tuæ, quǽsumus, Domine, ut placatus accipias: diesque nostros in tua pace disponas, atque ab æterna damnatione nos eripi et in electorum tuorum iubeas grege numerari.
Une as mãos.
(Per Christum Dominum nostrum. Amen.)
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Quam oblationem tu, Deus, in omnibus, quǽsumus, benedictam, Adscriptam, ratam, rationabilem, acceptabilemque facere digneris: ut nobis Corpus et Sanguis fiat dilectissimi Filii tui, Domini nostri Iesu Christi.
O sacerdote une as mãos.
Pres.: Qui, pridie quam pateretur,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accepit panem in sanctas ac venerabiles manus suas,
eleva os olhos,
elevat oculos, et elevatis oculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipotentem, tibi gratias agens benedixit, fregit, deditque discipulis suis, dicens:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
accipiens et hunc præclarum calicem in sanctas ac venerabiles manus suas, item tibi gratias agens benedixit, deditque discipulis suis, dicens:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mysterium fidei.
℟.: Mortem tuam annuntiamus, Domine, et tuam resurrectionem confitemur, donec venias.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Unde et memores, Domine, nos servi tui, sed et plebs tua sancta, eiusdem Christi, Filii tui, Domini nostri, tam beatæ passionis, necnon et ab inferis resurrectionis, sed et in cælos gloriosæ ascensionis: offerimus præclaræ maiestati tuæ de tuis donis ac datis hostiam puram, hostiam sanctam, hostiam immaculatam, panem sanctum vitæ æternæ et Calicem salutis perpetuæ. Supra quæ propitio ac sereno vultu respicere digneris: et accepta habere, sicuti accepta habere dignatus es munera pueri tui iusti Abel, et sacrificium Patriarchæ nostri Abrahæ, et quod tibi obtulit summus sacerdos tuus Melchisedech, sanctum sacrificium, immaculatam hostiam.
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Supplices te rogamus, omnipotens Deus: iube hæc perferri per manus sancti Angeli tui in sublime altare tuum, in conspectu divinæ maiestatis tuæ; ut, quotquot ex hac altaris participatione sacrosanctum Filii tui Corpus et Sanguinem sumpserimus,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
omni benedictione cælesti et gratia repleamur.
Une as mãos.
(Per Christum Dominum nostrum. Amen.)
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Memento etiam, Domine, famulorum famularumque tuarum N. et N., qui nos præcesserunt cum signo fidei, et dormiunt in somno pacis.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
Ipsis, Domine, et omnibus in Christo quiescentibus, locum refrigerii, lucis et pacis, ut indulgeas, deprecamur.
Une as mãos.
(Per Christum Dominum nostrum. Amen.)
Bate no peito dizendo:
4C: Nobis quoque peccatoribus famulis tuis,
e, de braços abertos, prossegue:
et extensis manibus prosequitur: de multitudine miserationum tuarum sperantibus, partem aliquam et societatem donare digneris cum tuis sanctis Apostolis et Martýribus: cum Ioanne, Stephano, Matthia, Barnaba, (Ignatio, Alexandro, Marcellino, Petro, Felicitate, Perpetua, Agatha, Lucia, Agnete, Cæcilia, Anastasia) et omnibus Sanctis tuis: intra quorum nos consortium, non æstimator meriti, sed veniæ, quǽsumus, largitor admitte.
Une as mãos:
Per Christum Dominum nostrum.
E prossegue:
Per quem hæc omnia, Domine, semper bona creas, sanctificas, vivificas, benedicis, et præstas nobis.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: PER IPSUM, ET CHUHM IPSO, ET IN IPSO, EST TIBI DEO PATRI OMNIPOTENTI, IN UNITATE SPIRITUS SANCTI, OMNIS HONOR ET GLORIA PER OMNIA SAECULA SAECULORUM.
℟.: AMEN! A-AMEN! A-A-AMEN!
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
Pres.: Libera nos, quaesumus, Domine, ab omnibus malis, da propitius pacem in diebus nostris, ut, ope misericordiae tuae adiuti, et a peccato simus semper liberi et ab omni perturbatione securi: exspectantes beatam spem et adventum Salvatoris nostri Iesu Christi.
O sacerdote une as mãos.℟.: Quia tuum est regnum, et potestas, et gloria in saecula.
Pres.: Domine Iesu Christe, qui dixisti Apostolis tuis: Pacem relinquo vobis, pacem meam do vobis: ne respicias peccata nostra, sed fidem Ecclesiae tuae; eamque secundum voluntatem tuam paceficare et coadunare digneris.
O sacerdote une as mãos e conclui:
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:Qui vivis et regnas in saecula saeculórum.
℟.: Amen.
Pres.: Pax Domini sit semper vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Offerte vobis pacem.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
AGNU-U-US DE-E-EI, QUI TOLLIS PECCA-A-ATA MU-U-UNDI:
MISERE-E-E-ERE NO-O-OBIS.
AGNU-U-US DE-E-EI, QUI TOLLIS PECCA-A-ATA MU-U-UNDI:
MISERE-E-E-ERE NO-O-OBIS.
AGNU-U-US DE-E-EI, QUI TOLLIS PECCA-A-ATA MU-U-UNDI:
DO-O-ONA NOBIS PA-A-ACEM.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccata mundi. Beati qui ad cenam Agni vocati sunt.
℟.: Domine, non sum dignus ut intres sub tectum meum: sed tantum dic verbo, et sanabitur anima me
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: Corpus Christi.
O que vai comungar responde:
℟.: Amen.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
DILEXISTI IUSTITIAM,
ET ODISTI INIQUITATEM PROPTEREA UNXIT TE DEUS, DEUS TUUS.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremus.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Da nobis, quaesumus, Dómine, Unigéniti Fílii tui recensíta nativitáte vegetári, cuius caelésti mystério páscimur et potámur. Qui vivit et regnat in saecula saeculórum.
℟.: Amen.
℟.: Amen.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Pres.: Dominus Vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
Pres.: Sancti Apostoli Petrus et Paulus: de quorum potestate et auctoritate confidimus ipsi intercedant pro nobis ad Dominum.
℟.: Amen.
Pres.: Precibus et meritis beatæ Mariae semper Virginis, beati Michaelis Archangeli, beati Ioannis Baptistæ, et sanctorum Apostolorum Petri et Pauli et omnium Sanctorum misereatur vestri omnipotens Deus; et dimissis omnibus peccatis vestris, perducat vos Iesus Christus ad vitam æternam.
℟.: Amen.
Pres.: Indulgentiam, absolutionem et remissionem omnium peccatorum vestrorum, spatium verae et fructuosae poenitentiæ, cor semper penitens, et emendationem vitae, gratiam et consolationem Sancti Spiritus; et finalem perseverantiam in bonis operibus tribuat vobis omnipotens et misericors Dominus.
℟.: Amen.
Pres.: Et benedictio Dei omnipotentis, Patris + et Filii + et Spiritus + Sancti descendat super vos et maneat semper.
℟.: Amen.
ABERTURA DA PORTA SANTA
Reúna-se o povo em uma igreja separada da igreja jubilar em que se abrirá a Porta Santa, nem tão longe nem tão perto da mesma. Quando todos estiverem reunidos, dada a hora marcada, o bispo dirige-se à sede presidencial enquanto se canta um hino.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: Bendito és Tu, ó Pai: só realizaste grandes maravilhas.
℟.: Eterno é o Seu amor.
Pres.: Bendito és Tu, Filho Unigênito, que nos libertaste dos nossos pecados pelo teu sangue.
℟.: Eterno é o Seu amor.
Pres.: Bendito és Tu, Espírito Santo, consolador da alma, dulcíssimo alívio.
℟.: Eterno é o Seu amor.
Pres.: Caríssimos fiéis, nós todos, em união com a Sé Apostólica de Roma, estamos aqui congregados para abrirmos solenemente esta Porta Santa, por ocasião do ano jubilar de 2025, que a santa igreja da realidade convocou, e nos evangelizadores da mesma no minecraft seguiremos essa atitude, a qual por mim foi confirmada bela bula papal SPES NOS AEDIFICAVIT.
ORAÇÃO
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus onipotente e cheio de misericórdia, humildemente vos suplicamos que o nosso louvor jubiloso seja recebido por vós, e que a nossa alegria se propague, pela atuação do Espírito, por toda a comunidade de fiéis reunidos em Minecraft, para que todos, unidos, encontremos no Cristo Jesus, cuja vinda esperamos, o motivo de sermos e existirmos, o amor e a santidade. Ele que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.:Amém.
Pres.: Leitura da bula papal.
IOANNES PAULUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
PRIMAS ITALIÆ ET ARCHIEPISCOPUS
PROVINCIÆ ROMANÆ METROPOLITANUM
DOMINUS STATUS VATICANÆ CIVITATIS
PATRIARCHA OCCIDENTIS
AD PERPETUAM REI MEMORIAM
BULA PONTÍFICIA
SPES NOS AEDIFICAVIT
PELA QUAL SE CONVOCA O
JUBILEU DA ESPERANÇA DE 2025
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Aos veneráveis irmãos bispos de todo o mundo,
sacerdotes, diáconos, seminaristas, religiosos, religiosas, e fiéis leigos,
sacerdotes, diáconos, seminaristas, religiosos, religiosas, e fiéis leigos,
enviamos calorosas saudações e benções de Roma.
»Em comunhão com toda a Igreja da realidade, queremos celebrar o Jubileu de 2025, com o tema Peregrinos da Esperança. Cientes que a "esperança não decepciona" (Rm 5,5), queremos viver profundamente na esperança. Conforme a antiga tradição, a cada vinte e cinco anos celebra-se o Jubileu, tempo especial da graça do Senhor, da reconciliação e da comunhão eclesial. No próximo ano de 2025 a Igreja da realidade, convocada por sua Santidade o Papa Francisco, celebrará o Jubileu com o tema Peregrinos da Esperança. Quis, também eu, que não percamos esse momento providencial da graça divina e de manifestação de nossa comunhão com a Igreja da realidade, uma vez que somos chamados a ser reflexo da Igreja da realidade.
Estando também cientes de que íamos viver o Jubileu da Misericórdia, por isso anulando a carta do Jubileu da Misericórdia que tinha como tema "Misericórdia et Misera" para viver o Jubileu "Peregrinos da Esperança"
Convocado pelo Papa Francisco e assim estar em comunhão com a Igreja da realidade vivendo esse tempo santo de esperança e Amor também assim não abandonado a misericórdia tema da antiga bula que convocava viver o Jubileu da Misericórdia.
Com efeito, a esperança nasce do amor e funda-se no amor que brota do Coração de Jesus trespassado na cruz: «Se de fato, quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com Ele pela morte de seu Filho, com muito mais razão, uma vez reconciliados, havemos de ser salvos pela sua vida» (Rm 5, 10). E a sua vida manifesta-se na nossa vida de fé, que começa com o Batismo, desenvolve-se na docilidade à graça de Deus e é por isso animada pela esperança, sempre renovada e tornada inabalável pela ação do Espírito Santo.
o Espírito Santo que mantém viva a esperança na Igreja, como uma tocha que nunca se apaga. A esperança cristã é sólida e não decepciona, pois está fundamentada na certeza de que nada pode nos separar do amor divino. A passagem de (Romanos 8) enfatiza que tribulações e desafios não nos afastam do amor de Cristo. Essa esperança, enraizada na fé e alimentada pela caridade, nos fortalece nas dificuldades. Santo Agostinho ressalta que crer, esperar e amar são essenciais em qualquer modo de vida, então que essa tocha da fé que o Espírito Santo acende em nossos corações não se apague e sim resplandeçam para que sejamos chamas acessa do amor de divina.
No caminho rumo ao Jubileu, Nessa esperança, temos como que uma âncora segura e firme da alma, que penetra até ao interior do véu, onde Jesus entrou como nosso precursor» (Heb 6, 18-20). É um forte convite a nunca perder a esperança que nos foi dada, a mantê-la firme, encontrando refúgio em Deus.
Deste modo, CONVOCO o Jubileu de 2025 como Ano Santo para toda a Igreja. O início do Jubileu do Ano 2025 se dará em, 24 de dezembro de 2024, com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro e a conclusão, com o cerramento da mesma Porta Santa, em 06 de janeiro de 2026, solenidade da Epifania do Senhor. Abrirei, ainda, Portas Santas nas demais Basílicas Maiores durante o mês de dezembro de 2024, com datas ainda a confirmar. As mesmas terão o fechamento em dezembro de 2025, com data ainda a confirmar.
Como nós diz o Papa Francisco, "Deixemo-nos, desde já, atrair pela esperança, consentindo-lhe que, por nosso intermédio, se torne contagiosa para quantos a desejam." Possa a nossa vida dizer-lhes: «Confia no Senhor! Sê forte e corajoso, e confia no Senhor» (Sal 27, 14). Que a força da esperança encha o nosso presente, aguardando com confiança o regresso do Senhor Jesus Cristo, a Quem é devido o louvor e a glória agora e nos séculos futuros.
Dado em Roma, junto a os Apóstolos pedro e paulo, 03 de Dezembro do ano 2024, segundo de Pontificado.
+ Ioannes Pavlvs, Pp. I
Pontifex Maximvs
℟.: Graças a Deus.
Todos se levantam, o papa recebe a ferula, e o diácono convida o povo à procissão, dizendo:
Pres.: Irmãos em Cristo, caminhemos em nome de Cristo: Ele é o caminho que nos conduz neste ano de ação e de vocação
Então todos seguem em procissão até a igreja jubilar em que se abrirá a Porta Santa, enquanto canta-se a ladainha de todos os Santos. Após todos chegarem e se acomodarem, o bispo, de mitra, aproxima-se da Porta Santa, e, de mãos unidas, diz:
Pres.: Esta é a porta do Senhor.
℟.: Por esta porta entram os justos.
Pres.: Abra-me as portas da Justiça.
℟.: Entrarei para agradecer ao Senhor.
Então o papa recebe o férula, bate três vezes na Porta Santa, depõe o férula e a abre. Em seguida recebe o férula e, prostrando-se de joelhos, reza em silêncio por alguns instantes.
Depois, levanta-se e conclui:
Pres.: Por Vossa grande misericórdia entrarei na Vossa casa, Senhor. Abri-me as portas da Justiça
℟.: Prostrar-me-ei em direção ao Vosso templo santo
O bispo recebe o livro dos Evangelhos e, erguendo-o, diz a antífona (Jo 10,9); “Eu sou a porta, diz o Senhor, quem passar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagens.” depois, precedido pelos ministros do incenso e da cruz, leva-o em procissão até a estante feita em local apropriado, de preferência, em frente ao altar. Enquanto isso, canta-se o hino do Jubileu.
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Chegando ao altar, todos o beijam em sinal de veneração. O bispo depõe a capa, se reveste da casula e incensa a cruz e o altar. Depois, segue para a cátedra ou sede presidencial. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison) e a oração coleta. Depois, a Missa procede como de costume. No fim, em vez da despedida habitual, o diácono ou o próprio bispo diz ao povo, de mãos unidas:
Pres.: Vivei a missionariedade com ação e como vocação. Ide em paz, a Missa acabou.
℟.: Graças a Deus.
ANTÍFONA MARIANA
ALMA REDEMPTORIS MATER
QUAE PERVIA CAELI PORTA MANES ET STELLA MARIS
SUCCURRE CADENTI SURGERE QUI CURAT POPULO
TU QUAE GENUISTI NATURA MIRANTE
TUUM SANCTUM GENITOREM
VIRGO PRIUS AC POSTERIUS
GABRIELIS AB ORE SUMENS ILLUD AVE
PECCATORUM MISERERE

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